Não vou aqui defender ideologias maniqueizantes e ultrapassadas uma vez que Einstein já provou a relatividade. Nem mesmo vou defender minha posição política uma vez que já ficou provada a força de transformação social do governo do PT, ao qual sou filiado.
Não vou cair também no proselitismo baixo mesmo achando que a direita brasileira com seus tucanos e DEMocratas destruiu a nação. Essa mesma nação que se ergue ano a ano. Primeiro, com a força divina de Lula; agora, com a glória de Dilma.
Muito menos pretendo eu ser demasiadamente prolixo neste espaço que me cabe, sequer confuso. Tal é qualidade dos ignorantes – aqueles que ignoram – ou mesmo dos abestados, beócios, tontos e derivações. Falar algo que não tem porquê e ficar se demorando em explicações estapafúrdias é péssimo. Acredito que quando temos o que dizer nós o dizemos diretamente sem ficar fazendo rodeios de palavras sem sentido que não a lógica frasal. Mas isso é coisa para outro texto porque da forma que estamos não se chega a lugar nenhum. Até mesmo porque lugar nenhum – no fundo, no fundo mesmo – não existe. A não ser que estejamos falando da antimatéria. Mas isso também é coisa pra outro texto.
Mesmo achando tudo isso que está aí demagogicamente ultrapassado, prefiro não expressar minha opinião. Não quero sequer algures me utilizar amiúde de verbetes soltos. Verbetes que o populacho – e até eu mesmo – desconheçamos. Locos sem nexo dentro das orações. Acredito ser isso um estratagema para ludibriar os menos providos de cognição ou até mesmo eliminar as idiossincrasias dos sujeitos pensantes.
Por fim, reitero a minha luta e esperança pela democracia, pelo fim dos regimes opressores, pela expulsão das malditas mercadorias yankees de nosso território. (Tirando, obviamente, a elma chimps - por causa da ruffles - e a coca-cola das quais não abro mão no meu coffe-break na hora do cafezinho que eu tomo à tarde.)
Oxalá!
Tarcísio Sandro
Sempre na luta contra a acefalose que esclerosa a maior parcela da sociedade há tempos, na luta por dignidade, na batalha pelo discurso cada vez mais ininteligível, demagógico e deveras maquiado*, sem esquecer, é claro, do coffe-break.
ResponderExcluir*derivado de Maquiavel