domingo, 1 de maio de 2011

ARTIGO INDEFINIDO - O Fordismo Acadêmico Ilustrado


É com muita satisfação – primeiramente, por os mentores dessa rede de informação frutífera chamada ‘Atemporalis’ terem me aceitado como membro honorário da equipe; segundamente, pelo espaço cedido em particular à minha pessoa (!*LUXO*!) para que eu possa, a partir de minhas laboriosas reflexões, estar contribuindo em conteúdo e, principalmente, no que tange à qualidade de vida daqueles que absorverem minhas informações do modo devido – que venho escrever aqui for my people.

O tópico de hoje está embasado em uma pesquisa que me rendeu muito sacrifício. Porém, o que me consola é que sei que estou erguendo uma bandeira que há muito já foi abandonada por meus semelhantes. Assim, apesar da notabilidade de meu ato – além, é claro, do cunho marxista do qual emerge toda a minha inspiração e de minha experiência como militante petista – tentarei manter minha comum parcialidade de idéias e linguagem confusa para que os leitores possam absorver de seu modo a mensagem. Pois, hoje, o que eu percebo é uma grande indiferença para com o próximo.

Como eu dizia, essa pesquisa que fiz consistiu na acumulação de informações através de uma insólita entrevista na qual esse único entrevistado já foi capaz de me ceder caminho para que eu concluísse, em uma breve reflexão, que – para o melhor aproveitamento de nossas 24 horas acadêmicas diárias, seja qualquer curso que estejamos cursando – o Fordismo Acadêmico Ilustrado é a melhor opção. Pois este sábio, com uma lógica simples, mostrou-me que o uso do coletivo universitário, vulgo Busão do R.U., lhe rendera o sucesso acadêmico. Ele contou que, no período presente, começou a usar o coletivo universitário e cumpriu na íntegra todas as suas tarefas; diferentemente do período passado, quando subia caminhando.

Dessa forma, sugiro mais busões! Sugiro ainda que todos usemos fraldas geriátricas para que o tempo que gastamos com nossas malditas necessidades fisiológicas de cagar e mijar seja convertido na diarréia acadêmica que produzimos nesse sagrado Templo do Saber.

Em tempo: o entrevistado contou ainda que além dessa fantástica descoberta do ônibus, numa busca desenfreada por ganhar tempo, esse brasileiro esforçado desenvolveu a técnica olho-de-camaleão. Com tal técnica, consegue ler dois textos ao mesmo tempo se valendo de um olho para cada texto. 

Depois disso, chupar cana e assobiar ficou fácil!  

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